Exames e Orientações

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>> ÁCIDOS GRAXOS DE CADEIA MUITO LONGA (VLCFA)

Código: AGCL

Material: soro

Sinônimo:

Volume: 2,5 mL

Metodo: Cromatografia gasosa/espectrofotometria de massa (GC/MS)

Volume Lab.: 2,5 mL

Rotina: Diária

Resultado: 30 dias

Temperatura: Congelado

Coleta: Jejum: - De 0 até 1 ano: jejum mínimo de três horas; - De 1 até 5 anos: jejum mínimo de seis horas; - Acima de 5 anos: jejum mínimo de 12 horas. - O cliente não deve ingerir bebida alcoólica nas 24 horas anteriores ao exame. - Colher sangue em 2 tubos de 3 mL sem gel separador. - Aguardar por 30 minutos; - Centrifugar a 2200 g por 10 minutos a 18 ºC; - Aliquotar 2 mL de soro em frasco plástico estéril. - Enviar congelado.

Código SUS:

Código CBHPM: 0.00.00.00-0

Interpretação: - A determinação dos níveis plasmáticos de ácidos graxos de cadeia muito longa e dos ácidos pristânico e fitânico é útil para o diagnóstico de doenças em que há defeito na função do peroxissomo. Essas doenças são geneticamente determinadas e tão heterogêneas quanto sua expressão clínica. Entre elas, temos: Defeitos da biogênese do peroxissomo - que incluem a doença de Zellweger, a adrenoleucodistrofia neonatal e a doença de Refsum neonatal - de herança autossômica recessiva, que se caracterizam por múltiplas falhas da função peroxissomal e se manifestam precocemente com hipotonia, retardo grave do desenvolvimento neuropsicomotor, dismorfismo facial, perda auditiva e visual e alteração da função hepática e renal; Adrenoleucodistrofia (ALD) e sua variante, a adrenomieloneuropatia, que tem herança recessiva ligada ao cromossomo X, é a mais freqüente das doenças peroxissomais e decorre de deficiência em proteína da membrana peroxissomal envolvida em transporte de ácidos graxos. A ALD caracteriza-se por graus variáveis de insuficiência adrenal associados à desmielinização do SNC, de instalação na infância e caráter progressivo. Já a adrenomieloneuropatia cursa com mais lentidão e começa mais tardiamente, causando neuropatia periférica e paraparesia espástica; Doença de Refsum, de herança autossômica recessiva, caracterizada por ataxia, ictiose e retinite pigmentar. A afecção se apresenta com níveis elevados de ácido fitânico e é passível de ser tratada com restrição dietética dessa substância.

Referência: C22:0 : 0,0 a 96,3 uMol/L; C24:0 : 0,0 a 91,4 uMol/L; 0 a 4 meses : 0 a 0,60 uMol/L; 0 a 4 meses : 0 a 5,28 uMol/L; 0 a 4 meses : 0 a 0,35; ÁCIDO PRISTÂNICO: C26:0 : 0,0 a 1,30 uMol/L; 5 a 8 meses : 0 a 0,84 uMol/L; 5 a 8 meses : 0 a 5,70 uMol/L; 5 a 8 meses : 0 a 0,28. Relação C24:0/C22:0 : razão de 0,0 a 1,39; 9 a 12 meses : 0 a 0,77 uMol/L; 9 a 12 meses : 0 a 4,40 uMol/L; 9 a 12 meses : 0 a 0,23; Relação C26:0/C22:0 : razão de 0,0 a 0,023; 13 a 24 meses :0 a 1,47 uMol/L; 13 a 24 meses :0 a 8,62 uMol/L; 13 a 24 meses :0 a 0,24; Acima de 24 meses :0 a 2,98 uMol/L; Acima de 24 meses :0 a 9,88 uMol/L; Acima de 24 meses: 0 a 0,39; ÁCIDO FITÂNICO: RAZÃO ÁCIDO PRISTÂNICO/ÁCIDO FITÂNICO.

A Empresa

Em 1º de agosto de 1971, o Laboratório União iniciava suas atividades em análises clínicas em Pelotas, pelos sócios fundadores, Dr. José Wellington Martins Motta e Dr. Dacy Vareira, ambos professores universitários.

Notícias

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